este

 
 
 

Pé de Vento

 

Pegadas efêmeras

seguiam pela estrada mágica

deixando rastros de imaginação,

em forma de lendas ou fábulas.

 

Na imagem da cabeça

Uma dançarina dos ventos

Artista dos palcos da noite

Dançastes comigo enroscada tal uma cobra

Tudo muito esquisito

Apenas mais um quesito

 

Jazia a noite da preguiça

A lua até já dormia,

linda!

E minha alma gemendo gêmea da sua

Acodia-me totalmente nua

 

Busquei na solidão do deserto

Atraquei-me nas amarras dos ventos

As minhas esperanças arredias, contidas

E sem mais,

deixa-se notar naquele raro momento

 

Minhas marcas em ti deixadas através das areias do tempo...

 

Marcos Milhazes***

 

 

 
 
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